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	<title>DOM Strategy Partners &#124; Blog</title>
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	<description>Seja bem-vindo ao nosso blog corporativo</description>
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		<title>DOM Strategy Partners &#124; Blog</title>
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		<item>
		<title>4Ps, 30Rs e 11Cs</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 14:38:53 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao contrário do que muitos pensam, os 4Ps não foram propostos por Philip Kotler, apesar de o mesmo ter se tornado sinônimo do conceito. Os 4Ps do Marketing, ou o composto do marketing, ou ainda o “mix” de marketing, é &#8230; <a href="http://domstrategy.wordpress.com/2011/01/26/4ps-30rs-e-11cs/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=domstrategy.wordpress.com&amp;blog=10084840&amp;post=292&amp;subd=domstrategy&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao contrário do que muitos pensam, os 4Ps não foram propostos por  Philip Kotler, apesar de o mesmo ter se tornado sinônimo do conceito.</p>
<p>Os <strong>4Ps</strong> do Marketing, ou o composto do marketing, ou  ainda o “mix” de marketing, é uma ferramenta de marketing proposta pelo  Prof. Jerome McCarthy, no início dos anos 60, largamente difundida e  utilizada.</p>
<p>O 1º (e mais conhecido) “P” refere-se ao Produto, ao objeto da  transação com o consumidor. Segundo o mesmo Kotler, “Produto é algo que  pode ser oferecido a um mercado para satisfazer uma necessidade ou  desejo”, que pode ser desde um bem físico, como um carro, como algo  intangível, à prestação de um serviço.</p>
<p>O “P” seguinte, Preço, refere-se ao objeto de troca envolvido na aquisição ou obtenção do produto.</p>
<p>O preço de um produto é aquilo que a empresa espera receber em troca  de um bem, um serviço ou uma idéia e sua definição (estratégia de preço  em barganha, para penetração de mercado, preço Premium, etc) determina o  posicionamento e a percepção do consumidor.</p>
<p>A Promoção refere-se aos meios utilizados para comunicar a mensagem,  os atributos e a proposta de valor da marca para os clientes.</p>
<p><span id="more-292"></span></p>
<p>O conceito aqui não trata apenas da promoção como promoção de vendas,  por exemplo, mas de todas as ferramentas canais, mídias e meios de  comunicação.</p>
<p>Por fim, a Praça, o último P, é mais conhecida como Ponto de Venda e  representam os canais de distribuição ou pontos de distribuição, meios  utilizados para entregar o produto/serviço ao consumidor.</p>
<p>Um conceito de negócio, como os 4Ps, com quase 50 anos de existência,  apesar de ser a pedra fundamental do marketing, não poderia manter sua  hegemonia ad eternum no framework das estratégias de marketing  corporativas.</p>
<p>Deveria evoluir conforme as demandas de negócios se tornavam cada vez mais complexas. E evoluiu, significativamente.</p>
<p>As inúmeras variantes como os 4Cs, 6Ps, 30Rs, dentre muitas outras  surgidas nos mais diversos contextos mercadológicos dão a tônica desta  transformação.</p>
<p>Porém, seja qual for à abordagem para a definição do marketing mix,  em um contexto competitivo como o atual, onde a visão cliente impera, a  gestão dos relacionamentos empresas-clientes se tornam o centro das  atividades das empresas e “Great brands get people talking. Great brands  talk with people. Great brands listen.”, falar de marketing é falar de  Cliente. E de relacionamento!</p>
<p>Das diversas variantes, a que endossa o marketing de relacionamento e  mais se aproxima da visão de Cliente atual é o conceito dos 11Cs, que  trata dos seguintes vetores:</p>
<ul>
<li>Cliente, quais os clientes      que serão atendidos, as estratégias a  serem seguidas, os objetivos a serem      alcançados, os veículos a  serem utilizados, etc.</li>
<li>Capacidades, garantindo      que os elementos de valor estejam disponíveis em escala, enfoque e      qualidade suficientes.</li>
<li>Cuidados com os Clientes,      ligado ao atendimento e relacionamento personalizado</li>
<li>Custo, lucratividade e      valor, segmentando e clusterizando os  clientes de acordo com seu perfil de      relacionamento com a empresa  (RFV)</li>
<li>Colaboração e integração,      conceito intrinsecamente alinhado à  nova proposta de relacionamento da      empresa com seus clientes.</li>
<li>Customização, enfocando      desde aspectos do desenvolvimento do  produto/serviço, como aspectos da      produção, distribuição, marketing  e relacionamento.</li>
<li>Comunicação, interação e      posicionamento, referentes à forma de divulgação do produto/serviço.</li>
<li>Cálculos sobre o cliente,      ligado à percepção do cliente em relação à empresa e seus      produtos/serviços.</li>
<li>Controle do contato com os      processos de compra/monetários,  parâmetro que visa garantir a      credibilidade e reputação do processo  básico de transação comercial.</li>
<li>Cadeia de relacionamentos,      que trata das cada vez mais  relevantes redes de negócios, sociais e      colaborativas com  participação de empresas e consumidores.</li>
<li>Categorias, definindo o      alcance das ofertas de produtos/serviços a serem ofertados</li>
</ul>
<p>Porém, seja qual for o conceito a ser utilizado, nada supera um bom processo de análise estratégica que identifica.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/domstrategy.wordpress.com/292/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/domstrategy.wordpress.com/292/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/domstrategy.wordpress.com/292/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/domstrategy.wordpress.com/292/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/domstrategy.wordpress.com/292/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/domstrategy.wordpress.com/292/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/domstrategy.wordpress.com/292/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/domstrategy.wordpress.com/292/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/domstrategy.wordpress.com/292/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/domstrategy.wordpress.com/292/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/domstrategy.wordpress.com/292/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/domstrategy.wordpress.com/292/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/domstrategy.wordpress.com/292/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/domstrategy.wordpress.com/292/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=domstrategy.wordpress.com&amp;blog=10084840&amp;post=292&amp;subd=domstrategy&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Os 10 Mandamentos do Planejamento Estratégico Corporativo</title>
		<link>http://domstrategy.wordpress.com/2011/01/26/os-10-mandamentos-do-planejamento-estrategico-corporativo/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 14:36:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thedomnetwork</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>

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		<description><![CDATA[1. Selecione uma equipe multifuncional e interdepartamental, com representantes das principais áreas da empresa Identifique as áreas com maior representatividade e impacto nos negócios da empresa Identifique e convoque os líderes funcionais e gerenciais das áreas identificadas Nomeie facilitadores em &#8230; <a href="http://domstrategy.wordpress.com/2011/01/26/os-10-mandamentos-do-planejamento-estrategico-corporativo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=domstrategy.wordpress.com&amp;blog=10084840&amp;post=289&amp;subd=domstrategy&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>1. Selecione uma equipe multifuncional e interdepartamental, com representantes das principais áreas da empresa</p>
<ul>
<li>Identifique as <strong>áreas      com maior representatividade</strong> e impacto nos negócios da empresa</li>
<li>Identifique e <strong>convoque      os líderes</strong> funcionais e gerenciais das áreas identificadas</li>
<li><strong>Nomeie      facilitadores</strong> em cada uma das áreas envolvidas e atribua-os a      convocatória para a consecução das tarefas e objetivos</li>
<li><strong>Comunique com      clareza</strong> as etapas e objetivos do processo, seu escopo e      importância do trabalho que se iniciará</li>
<li>Promova o <strong>engajamento      e o comprometimento</strong> de todo os participantes, mostrando os      benefícios decorrentes do  sucesso do planejamento estratégico, assim como      os riscos  associados ao seu fracasso e a parte que cabe a cada um</li>
<li><strong>O CEO ou Presidente </strong>da  empresa deve ser o principal sponsor do processo e o líder da       estratégia (coordenando idéias, promovendo debates, colocando em pauta  as      questões críticas de sucesso, monitorando os principais  milestones,      comunicando avanços, intermediando a relação com os  acionistas)</li>
</ul>
<p><span id="more-289"></span></p>
<p>2. Saiba quem é e onde está</p>
<ul>
<li>Realize um <strong>estudo interno </strong>acerca da situação atual em que a empresa se encontra (sem filtros ou      distorções)</li>
<li>Analise em profundidade      seu <strong>modelo de negócio e sua performance competitiva</strong> perante      os modelos concorrentes. Avalie o fit estratégico de seu  modelo com as      demandas de seus mercados de atuação e perfil de  operação de seu      setor/indústria</li>
<li>Levante e categorize seus      principais <strong>diferenciais corporativos</strong> e seus principais      ativos competitivos (tangíveis e intangíveis), bem como seus atributos      valorizados de marca</li>
<li>Analise os <strong>principais      indicadores de performance</strong> existentes ligados aos processos-chave      de negócio e de suporte</li>
<li>Analise <strong>orçamentos,      investimentos, custos</strong> associados aos projetos e iniciativas em      curso, bem como à operação da empresa em si</li>
<li>Colete as <strong>percepções      dos colaboradores</strong> nas áreas-chave e demais informações tácitas que      possam indicar  falhas, possibilidades de melhoria, o que deu certo e o que      deu  errado</li>
<li>Colete <strong>percepções de      clientes, parceiros, da mídia</strong>, das comunidades, etc sobre sua      posição competitiva, diferenciais valorizados, fraquezas e falhas, etc</li>
<li>Identifique sua <strong>posição      e perfil de competitividade</strong> na cadeia de valor de seu setor (5      forças de Porter é um bom caminho.)</li>
<li>Mapeie seus <strong>principais      stakeholders</strong> e identifique as principais trocas, relações e      relacionamentos de  sua empresa com cada um, principalmente os      transacionais</li>
</ul>
<p>3. Saiba o rumo que seu mercado está tomando e conheça seus clientes</p>
<ul>
<li><strong>Realize uma análise      de mercado profunda</strong> (indicadores setoriais, projeções de      crescimento, maiores  compradores, compradores emergentes, projeções de      compra para seus  produtos e/ou serviços etc)</li>
<li>Aproprie-se e compreenda      as <strong>principais tendências de seus mercados</strong> (perfil de      consumo, tecnologias, rupturas, regulamentações, etc)</li>
<li>Analise as <strong>principais      inovações ocorridas nos últimos anos</strong>, domine os cenários futuros e      o comportamento que o mercado e seus players devem vir a adotar</li>
<li>Identifique os <strong>benchmarks      e as melhores práticas adotadas</strong> (amplie a análise inserindo      players de outros setores diferentes do seu)</li>
<li>Conheça profundamente seus      clientes, potenciais clientes  (inclusive os clientes da concorrência),      mercados e  redes/comunidades, determinando <strong>modelos de segmentação e      clusterização</strong> e potencialidades e riscos associados a eles em sua      operação<strong> </strong></li>
</ul>
<p>4. Conheça seus adversários e seus gaps</p>
<ul>
<li>Identifique a <strong>densidade      de concorrentes</strong> em cada mercado/setor de atuação em relação aos      produtos/serviços que oferta</li>
<li><strong>Identifique e mapeie      os concorrentes</strong> diretos, indiretos e potenciais entrantes por      linha de produtos  e/ou serviços, por mercados, segmentos de clientes,      tecnologias,  modelos de negócio, inovações, etc</li>
<li>Compreenda seus <strong>principais      ativos competitivos tangíveis e intangíveis</strong>, seu posicionamento      corporativo e mercadológico e os atributos de valor de sua marca, bem como      sua proposta de valor</li>
<li>Identifique elementos como      <strong>amplitude, elasticidade, posicionamento, diferenciais</strong> e      clientes dos serviços e produtos ofertados por seus  concorrentes, bem como      os processos, canais, tecnologias e modelos  que sustentam essas ofertas e      as tornam competitivas</li>
<li><strong>Qualifique sua atual      situação</strong> frente a seus concorrentes, benchmarks e melhores      práticas de mercado</li>
<li>Construa uma <strong>análise      competitiva do tipo SWOT</strong>, comparando em detalhes seus diferenciais      e condições competitivas com seus concorrentes</li>
<li>Identifique seus <strong>diferenciais      competitivos reais e sustentáveis</strong> e os modelos de maximização de      cada um. Estruture seu arsenal competitivo</li>
</ul>
<p>5. Identifique as melhores oportunidades</p>
<ul>
<li><strong>Identifique      oportunidades inexploradas</strong> (ex. criação de novos modelos de      negócio, produtos e serviços),  nichos mal atendidos, tecnologias      atrativas, novos perfis de  clientes, dentre outros. Selecione os melhores      mercados e as  potenciais ofertas vencedoras por mercado</li>
<li>Identifique as <strong>melhores      oportunidades de sucesso para cada segmento de cliente</strong> a as alternativas      e modelos de exploração para essas oportunidades (e seus riscos)</li>
<li>Identifique, <strong>mapeie      e antecipe as necessidades e expectativas de seus clientes</strong> e      potenciais clientes, principalmente as que não são atendidas por  nenhum      concorrente (ruptura de novo mercado ou de não-mercado)</li>
<li>Construa uma <strong>visão      de possibilidades e atrativos competitivos</strong> ancorados em      geração/proteção de valor (visão de longo prazo) e  geração de performance      e resultados (visão de curto prazo)</li>
<li>Estabeleça a <strong>melhor      relação entre sua capacidade de atendimento às demandas</strong> (produtos,      serviços, logística, comunicação, tecnologias, etc) e  as necessidades e      expectativas dos mercados compradores</li>
<li>Formate os <strong>modelos      de delivery vencedores para cada oferta</strong>, embutindo e valorizando      os diferenciais valorizados pelos clientes que sua empresa pode ofertar</li>
<li><strong>Construa business      cases</strong>,  projetando o potencial de receitas e lucratividade de sua      linha de  produtos e serviços para os mercados e nichos desejados</li>
</ul>
<p>6. Construa uma visão estratégica clara, atraente e factível</p>
<ul>
<li>Formate, descreva, <strong>qualifique      os cenários competitivos</strong> (futuros e presentes) em que você      acredita</li>
<li><strong>Formule sua visão      estratégica </strong>ao  longo do tempo (ex. 2 anos), considerando seus      ativos, atributos,  diferenciais, posição de valor, singularidades, dentre      outros,  comparativamente aos seus concorrentes diretos e indiretos,      perante  os mercados que quer atingir e os clientes que quer atender (em       cada cenário privilegiado)</li>
<li>Eleja os <strong>objetivos      estratégicos centrais</strong> e derivados e a forma como serão atingidos e      avaliados</li>
<li><strong>Categorize os      objetivos</strong> estratégicos por dimensão (ex: mercadológicos,      financeiros, operacionais, institucionais, etc)</li>
<li>Desenvolva um <strong>posicionamento      competitivo singular</strong> e uma proposta de valor vencedora que possam      entregar os objetivos delineados</li>
</ul>
<p>7. Desdobre a estratégia em objetivos e metas</p>
<ul>
<li><strong>Desdobre essa visão      em estratégias particularizadas por ativo</strong> (marca, capital      intelectual, solidez financeira, inovações,  tecnologias, etc) e por      dimensão/área/função corporativa  (marketing, RH, TI, finanças, operações,      etc), ao longo do tempo</li>
<li>Estabeleça <strong>metas      claras, objetivas e factíveis de serem alcançadas</strong> (curto, médio e      longo prazo), em cada cenário, para cada versão de desdobramento      estratégico, ao longo do tempo</li>
<li>Amarre as diversas      estratégias desdobradas em um <strong>modelo inter-relacionado de gestão</strong> (BSClike) e estabeleça relações de causa-efeito e de impacto</li>
<li><strong>Crie âncoras de      retro-alimentação</strong> entre os diversos níveis de desdobramento,      buscando uma visão  integrada e sinergias de recursos, investimentos,      esforços, etc</li>
<li><strong>Trace metas claras</strong>,      internas e externas (benchamarks), para cada objetivo</li>
</ul>
<p>8. Desenvolva planos de ação convergentes aos objetivos e metas corporativas</p>
<ul>
<li><strong>Construa planos de      ação por área</strong>/função  da empresa, elegendo projetos, programas e      iniciativas e seus  respectivos orçamentos e resultados previstos (tanto      tangíveis,  como intangíveis)</li>
<li><strong>Estruture      direcionamentos claros de contribuição</strong> e interdependência de cada      ação, programa e iniciativa frente às metas e objetivos corporativos</li>
<li><strong>Aproprie os membros</strong> (heads) das áreas em questão do desenvolvimento desses planos. Faça os      apresentá-los, debatê-los, aprová-los</li>
<li><strong>Elabore o business      case</strong> das principais e mais relevantes ações previstas</li>
<li>Tenha sempre a mãos planos      de contingência e exit strategies</li>
<li><strong>Construa um PMO de      projetos</strong> horizontais/corporativos e modelos de gestão e      acompanhamento dos projetos verticais (por área/função)</li>
</ul>
<p>9. Defina as métricas e indicadores de controle e os modelos de avaliação de performance e valor</p>
<ul>
<li><strong>Defina as métricas      de controle</strong> para o processo de planejamento estratégico      corporativo (central e por área/função)</li>
<li>Selecione os <strong>KPIs      mais alinhados ao modelo de gestão</strong> da empresa e defina um cockpit      de indicadores de performance e  resultados para cada uma das áreas/funções      e suas iniciativas,  programas e projetos</li>
<li>Selecione os KPIs mais      alinhados ao modelo de gestão da empresa e seus comparativos no mercado e <strong>defina      um cockpit corporativo de indicadores</strong> de performance e resultados</li>
<li>Selecione os <strong>KPIs      mais alinhados ao modelo de valor setorial</strong> e defina um cockpit de      geração e proteção de valor tangível e  intangível (formado a partir dos      cockpits de performance)<strong> </strong></li>
</ul>
<p>10. Comunique-os e desenvolva o Balanço de Intangíveis</p>
<ul>
<li>Desenhe o <strong>modelo e      dinâmica do PDCA do processo de planejamento estratégico corporativo (PEC)</strong>,       estabelecendo periodicidades de controle, momentos de milestones e       checkpoints, reuniões interativas, workshops e eventos, comitês,       apresentações de resultados (ex. trimestral), modelos de aprovação  de      orçamento, regras de go/no-go de projetos, dentre outros</li>
<li><strong>Nomeie um PMO      dedicado</strong> e faça-o aplicar as melhores práticas do PMI para a      gestão do processo de PEC em suas diversas dimensões</li>
<li><strong>Defina forma e      conteúdo</strong> a serem passados aos colaboradores em função de sua      hierarquia e representatividade na empresa</li>
<li>Defina os <strong>canais de      comunicação e ambientes de colaboração</strong> particularizados por perfil      e participação dos colaboradores da empresa</li>
<li><strong>Ative este ciclo      periodicamente</strong> e compare sempre os resultados, buscando agir      sempre  preventivamente e, providenciando as ações corretivas imediatas,       quando necessário</li>
</ul>
</div>
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		<title>A Geração Y e suas Implicações Estratégicas</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 14:26:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thedomnetwork</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca antes uma geração exerceu tanta influência nas estratégias organizacionais e no mercado de trabalho como a Geração Y. Organizações e economias inteiras serão influenciadas de maneira inédita pelas transformações, aspirações e motivações trazidas à medida que essa geração se &#8230; <a href="http://domstrategy.wordpress.com/2011/01/26/a-geracao-y-e-suas-implicacoes-estrategicas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=domstrategy.wordpress.com&amp;blog=10084840&amp;post=287&amp;subd=domstrategy&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca antes uma geração exerceu tanta influência nas estratégias organizacionais e no mercado de trabalho como a Geração Y.</p>
<p>Organizações e economias inteiras serão influenciadas de maneira inédita pelas transformações, aspirações e motivações trazidas à medida que essa geração se torna adulta (e ser adulto também significa ser cidadão, consumidor, força de trabalho e líder).</p>
<p>Nesse artigo buscaremos apontar as principais implicações estratégicas da emergência da Geração Y como consumidora (ou seja, impactos no Marketing/Branding e Relação com Stakeholders) e também como força de trabalho (ou seja, impactos na Gestão do Trabalho e Recursos Humanos).</p>
<p>Sugerimos a leitura do artigo “Dossiê Y: Breve Manual de Compreensão da Geração Y” * para maximizar a compreensão desse artigo (ver links abaixo).</p>
<p>Mas antes, vejamos alguns dados sobre a Geração Y:</p>
<p>Já são considerados como o maior segmento em diversos setores da economia mundial (volume de compras e quantidade de consumidores).</p>
<p>Representam cerca de 20% da população brasileira (40 milhões) e outros 210 milhões no restante do mundo em desenvolvimento.</p>
<p>Começaram a entrar no mercado de trabalho em 2005 e assim continuarão até 2018. Daqui para frente, as empresas terão cada vez mais membros dessa geração em suas folhas ou contratos de pagamento (e posições de liderança).</p>
<p>É tida por alguns como a geração na história, e em todo mundo, com o maior nível de escolaridade e formação e com maior flexibilidade de conceitos e, portanto, menor nível relativo de preconceitos.</p>
<p>Cresceram com disponibilidade tecnológica e acesso instantâneo a informações e foram os primeiros a adotar tecnologias como redes sociais, redefinindo a forma de pessoas se relacionarem entre si e com a tecnologia. São, portanto, o maior grupo de internautas da Web.</p>
<p><span id="more-287"></span></p>
<p>Apresentam expectativas sobre as questões de responsabilidade social corporativa, ambiental e trabalhista mais próximas ao comportamento de membros de uma ONG do que de qualquer outro grupo. Isso se reflete em suas demandas e ações enquanto funcionários, políticos, empresários e consumidores.</p>
<p>Gerindo a Geração Y – Entrevista com Tammy Erickson (especialita em RH e articulista da Harvard Business Review) – Duração 10 min.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://domstrategy.wordpress.com/2011/01/26/a-geracao-y-e-suas-implicacoes-estrategicas/"><img src="http://img.youtube.com/vi/rDAdaaupMno/2.jpg" alt="" /></a></span>
<div>
<p>A formação histórica e cultural dessa geração contribui para  expectativas em relação ao equilíbrio vida pessoal e trabalho  absolutamente diferentes das gerações anteriores.</p>
<p><a href="http://thedomnetwork.files.wordpress.com/2011/01/img_d_03.jpg"><img title="img_d_03" src="http://thedomnetwork.files.wordpress.com/2011/01/img_d_03.jpg?w=402&#038;h=213&#038;h=213" alt="" width="402" height="213" /></a></p>
<p>Abaixo os principais impactos na Gestão do Trabalho e Recursos Humanos:</p>
</div>
<div>
<p>Por outro lado, os hábitos e expectativas de consumo destes  indivíduos estão mais relacionados à experiência e  envolvimento/participação social do que ao produto em si. A importância  real está no conteúdo e no valor desta experiência. E, além disso,  esperam que as organizações assumam mais responsabilidade nas grandes  questões mundiais.</p>
<p><a href="http://thedomnetwork.files.wordpress.com/2011/01/img_d_02.jpg"><img title="img_d_02" src="http://thedomnetwork.files.wordpress.com/2011/01/img_d_02.jpg?w=460&#038;h=201&#038;h=201" alt="" width="460" height="201" /></a></p>
</div>
<div>
<p>Todas essas perguntas e suas respostas adjacentes se relacionam a  algo maior. Como preparar a organização para o futuro? Onde estará o  valor no futuro? Como serão as organizações do futuro? E, ainda mais  importante, como tudo isso se relaciona?</p>
<p>E, por compreender isso é que temos atuado como uma das principais  vozes no País a defender a idéia de Intangíveis**. Estamos convictos de  que “mesmos modelos X variáveis diferentes = conta que não fecha”.</p>
<p><a href="http://thedomnetwork.files.wordpress.com/2011/01/img_d_01.jpg"><img title="img_d_01" src="http://thedomnetwork.files.wordpress.com/2011/01/img_d_01.jpg?w=402&#038;h=148&#038;h=148" alt="" width="402" height="148" /></a></p>
</div>
<div>
<p>Entre em contato conosco para saber mais sobre nossas metodologias e soluções: contato@ec-corp.com.br .</p>
<p>Sugestões de leitura:</p>
<p>*<a href="http://www.domsp.com.br/midia/ultimos-artigos/dossie-y-breve-manual-de-compreensao-da-geracao-y/?searchterm=gera%C3%A7%C3%A3o%20y">http://www.domsp.com.br/midia/ultimos-artigos/dossie-y-breve-manual-de-compreensao-da-geracao-y/?searchterm=gera%C3%A7%C3%A3o%20y</a></p>
<p>**<a href="http://www.domsp.com.br/midia/noticias/intangiveis-o-verdadeiro-oceano-azul-das-empresas-1/?searchterm=o%20verdadeiro%20oceano%20azul">http://www.domsp.com.br/midia/noticias/intangiveis-o-verdadeiro-oceano-azul-das-empresas-1/?searchterm=o%20verdadeiro%20oceano%20azul</a></p>
</div>
<p>***<a href="http://www.e-consultingcorp.com.br/midia/ultimos-artigos/anywhere-office">http://www.e-consultingcorp.com.br/midia/ultimos-artigos/anywhere-office</a></p>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Intangíveis: o Verdadeiro Oceano Azul das Empresas</title>
		<link>http://domstrategy.wordpress.com/2011/01/26/intangiveis-o-verdadeiro-oceano-azul-das-empresas/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 14:16:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thedomnetwork</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas inúmeras reuniões, discussões e até projetos que tenho participado nos últimos meses, percebo os executivos em posição de decisão cada vez mais angustiados com sua obrigação de continuar gerando valor aos seus acionistas a partir de margens históricas performadas &#8230; <a href="http://domstrategy.wordpress.com/2011/01/26/intangiveis-o-verdadeiro-oceano-azul-das-empresas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=domstrategy.wordpress.com&amp;blog=10084840&amp;post=284&amp;subd=domstrategy&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nas inúmeras reuniões, discussões e até projetos que tenho  participado nos últimos meses, percebo os executivos em posição de  decisão cada vez mais <strong>angustiados com sua obrigação de continuar gerando valor aos seus acionistas </strong>a partir de margens históricas performadas em um mundo que não existe mais.</p>
<p>Isso pode parecer estranho, uma vez que é exatamente para isso que executivos estão onde estão, fazendo o que fazem. <strong>Mas convenhamos… mesmos modelos X variáveis diferentes = conta que não fecha. </strong></p>
<p>Uma coisa é gerar valor ao acionista dominando um negócio, um projeto, uma empreitada.</p>
<p><span id="more-284"></span></p>
<p><strong>Outra coisa é ter que decidir, na velocidade da luz</strong>, sem informações completas e experiências pregressas, a partir de uma miríade ímpar de opções, qual o melhor caminho, <strong>a melhor estratégia para uma empresa, para um investimento.</strong> E isso tudo sob a faca afiada de pressões da concorrência, dos  clientes, da sociedade organizada, dos colaboradores, do modismo dos  negócios que mais atrapalha do que agrega.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Qualidade de decisão gerando mais acertos. Esse é o fiel da balança.  Competitividade é sobre tomar mais decisões certas que erradas, quando  comparado com seus concorrentes. É igual vestibular.<strong> E esse é o vestibular cada vez mais difícil dos C*Os.</strong></p>
<p><strong>Esse ano foi o ano do tal “oceano azul”</strong>. Oceano  azul… Para mim, um livro requentado de conceitos tradicionais dos  negócios, como diferenciação, nichos, inovação. Moda é mesmo irracional.  Por isso que é moda.</p>
<p>O que os autores do livro – e os vários executivos que encontramos em  nosso dia a dia – aparentemente deixaram em segundo plano é a <strong>ciência que está por trás da decisão de se optar por uma estratégia de diferenciação rumo ao oceano azul </strong>e as decorrências que essa decisão implica no curto, médio e longo prazos para toda a organização.</p>
<p>Nesta ciência, o primeiro passo é compreender que diferenciação é o  caminho mais comprovado para a evolução das empresas e que deve ser,  portanto, o cerne das estratégias corporativas.</p>
<p><strong>Diferenciação não quer dizer necessariamente inovação, idéias brilhantes ou oportunismos espetaculares.</strong> Diferenciação, na grande maioria dos casos, pode significar fazer  diferente, fazer mais, fazer melhor, fazer mais certo, fazer menos…  depende do caso, da empresa, do produto/serviço, do cliente.</p>
<p>O segundo passo é definir qual a capacidade da empresa em se  diferenciar a partir da comparação realista de suas competências, seu  mercado, seu negócio, sua oferta com a de seus concorrentes diretos e  indiretos, sob a ótica dos clientes e prospects, de seus desejos e  necessidades presentes e futuras. Daí o tal conceito de proposta de  valor, de <em>unique selling proposition</em>. <strong>Isso porque diferenciação tem a ver com posição única</strong>, proposta única, com posicionamento eficaz e consistente.</p>
<p>A questão central aqui é que boa parte das empresas que analisamos trata essa questão com premissas erradas. Por que? Bem, <strong>diferenciação de curto prazo</strong>, pressionada pelas metas do próximo quarter, <strong>não é diferenciação sustentável; é oportunidade mercadológica pontual.</strong> E isso não é oceano azul.</p>
<p><strong>O verdadeiro epicentro da diferenciação competitiva,</strong> aquela que alavanca o negócio das empresas garantindo que estas  consigam alcançar as margens históricas demandadas por seus acionistas <strong>é um conjunto de vetores estratégicos que chamamos de Ativos Intangíveis.</strong></p>
<p>É na marca, no conhecimento, no modelo de negócios, no chassis  tecnológico, no capital intelectual, na rede de relacionamentos e em  tantos outros ativos de caráter intangível que a estratégia de  médio-longo prazo das empresas deve se ancorar, a fim de possibilitar  que a empresa navegue com mais chances de sucesso rumo ao desejado  oceano azul.</p>
<p>Ou seja, competitividade a partir de vantagens sustentáveis, de real valor percebido pelos clientes e demais stakeholders.</p>
<p><strong>Por isso, as empresas precisam de planejamento estratégico E execução operacional excelentes.</strong> No final do mês, isso se traduz em ser capaz de aplicar a equação abaixo melhor que os concorrentes:</p>
<p><strong>Crescimento com Manutenção de Margens Históricas = Resultados Superiores X Vantagens Sustentáveis. </strong></p>
<p>No mais, é pura retórica de livro. <strong>E tomemos cuidado com isso, porque não existe oceano azul feito de resultados vermelhos.</strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/domstrategy.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/domstrategy.wordpress.com/284/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/domstrategy.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/domstrategy.wordpress.com/284/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/domstrategy.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/domstrategy.wordpress.com/284/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/domstrategy.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/domstrategy.wordpress.com/284/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/domstrategy.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/domstrategy.wordpress.com/284/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/domstrategy.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/domstrategy.wordpress.com/284/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/domstrategy.wordpress.com/284/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/domstrategy.wordpress.com/284/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=domstrategy.wordpress.com&amp;blog=10084840&amp;post=284&amp;subd=domstrategy&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>A Meritocracia que Funciona</title>
		<link>http://domstrategy.wordpress.com/2011/01/26/a-meritocracia-que-funciona/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 14:07:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thedomnetwork</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[O sucesso de uma empresa depende da capacidade de desenvolver competências e da qualidade da execução. É o famoso consenso de se ter “a pessoa certa no lugar certo”, fazendo o que faz melhor (maximizando seus skills), somado ao fato &#8230; <a href="http://domstrategy.wordpress.com/2011/01/26/a-meritocracia-que-funciona/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=domstrategy.wordpress.com&amp;blog=10084840&amp;post=281&amp;subd=domstrategy&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sucesso de uma empresa depende da capacidade de desenvolver competências e da qualidade da execução.</p>
<p>É o famoso consenso de se ter “a pessoa certa no lugar certo”, fazendo o que faz melhor (maximizando seus skills), somado ao fato de esta pessoa ter as condições, ambientes, políticas e incentivos ideais para performar acima da média de seus pares e concorrentes.</p>
<p>Conseguir exercer a prática desse consenso, entretanto, exige um trabalho enorme de gestão de pessoas, que vai do alinhamento estratégico e da profunda compreensão de quais perfis de pessoas são necessárias para quais desafios, responsabilidades e tarefas, até a existência de modelos de seleção, gestão, incentivos, valorização, reconhecimento e bonificação destes talentos… um trabalho que pode se resumir na frase simplista – simplicidade esta que pode ser muito complexa – de Jack Welch “gerir pessoas nada mais é que saber desafiá-las, remunerá-las e celebrá-las”.</p>
<p>Clemente Nóbrega, em seu livro “Empresas de Sucesso, Pessoas Infelizes?”, acrescenta que estes três verbos não têm sido bem exercitados nas empresas, pois a “tal gestão de pessoas” não consegue gerar os resultados esperados.</p>
<p>No fundo, a resposta é tanto simples, como incômoda: os atuais modelos de gestão de talentos ignoram a verdadeira natureza do animal humano, preferindo idealizar uma entidade fictícia, inexistente no mundo real.</p>
<p><span id="more-281"></span></p>
<p>Segundo Clemente, a persona corporativa é bem diferente do que se idealiza como ser-humano do bem, tão valorizado nos programas tradicionais de motivação, qualidade de vida e relacionamento no trabalho.</p>
<p>O ser-humano se sabota, porque “inventa um anjo frágil, de índole boa, que faria tudo certo se não estivesse desorientado e oprimido por um ‘sistema’ injusto e massacrante”.</p>
<p>Isso, somado ao fato de as empresas não possuírem processos claros de valorização e bonificação dos melhores – da ausência da meritocracia – abre espaço para o protecionismo e para mecanismos de decisão viciados que contribuem para a criação de um clima de desmotivação, senso de injustiça, falta de comprometimento, perda de foco e auto-satisfação em se fazer apenas o básico, ou seja, um ambiente em que há “mais calor que luz”.</p>
<p>No Brasil, um case de “como fazer” pessoas gerarem mais resultados é o da AmBev, vencedora das edições do Prêmio Intangíveis Brasil (PIB) em 2007 e 2008 na Categoria Talentos.</p>
<p>A empresa brasileira é reconhecida pela alta competitividade interna, mas mais ainda pela – tão perseguida – meritocracia que conseguiu implementar. A meritocracia também foi um dos pilares da filosofia de Jack Welch como principal executivo da GE.</p>
<p>Vale à pena reproduzir parte do texto da AmBev que explica sua cultura corporativa:</p>
<p>Atraímos, desenvolvemos e mantemos as melhores pessoas:</p>
<p>    * Pessoa excelente e bem treinada será sempre o nosso diferencial competitivo mais importante. Além disso, gente excelente sempre atrai mais gente excelente.<br />
    * Procuramos sempre recrutar gente melhor que nós. Preferimos ser empurrados a ter de empurrar as pessoas.<br />
    * O “ambiente AmBev” de informalidade, simplicidade e meritocracia atrai e mantém pessoas excelentes.<br />
    * Proporcionamos caminhos livres para que as pessoas cresçam em velocidades condizentes com os seus talentos, esforços e resultados, sem nenhum tipo de restrição ou favorecimento: é a meritocracia.<br />
    * Estimulamos a criatividade da nossa gente e valorizamos as soluções aplicáveis. Compreendemos os “erros honestos”, aqueles cometidos em busca de inovações e melhorias.<br />
    * Reconhecemos, celebramos e premiamos o êxito. Encaramos o erro como oportunidade de aprendizado.<br />
    * Vemos a avaliação de desempenho como uma ferramenta para crescimento pessoal e profissional de avaliadores e avaliados. Valorizamos cada oportunidade de utilizá-la.<br />
    * Acreditamos que, além da competência técnica e gerencial, o crescimento profissional consistente exige a habilidade de lidar com pessoas.<br />
    * Agimos como donos e somos reconhecidos como tal.<br />
    * Queremos sempre ter donos em todas as áreas da nossa empresa e não apenas “executivos” ou “profissionais”.<br />
    * O dono sempre decide melhor, pois é a “sua empresa” que está em jogo.<br />
    * O nosso sistema de remuneração variável nos dá a sensação de donos do negócio: se a empresa vai bem, os que contribuíram para isso vão bem; se a empresa vai mal, todos sofrem.<br />
    * Atuamos como líderes. Lideramos pelo exemplo pessoal.<br />
    * Acreditamos no velho ditado romano: “as palavras convencem, mas o exemplo arrasta”.<br />
    * Para liderar é preciso conhecer e entender as pessoas, os processos e os mercados. Entende-se melhor aquilo que se vê.</p>
<p>Seu programa de trainee goza de alto nível de reconhecimento no mercado. Principal porta de entrada de profissionais na companhia, o disputado Programa Trainee AmBev oferece oportunidades reais de ascensão profissional e já formou mais de 500 profissionais que ocupam hoje importantes posições na cervejaria.</p>
<p>Um detalhe: não já limite de número de vagas. A empresa contrata todos os candidatos que tenham perfil adequado para seu quadro de funcionários.</p>
<p>Cerca de 80% dos profissionais selecionados estão atualmente em cargos gerenciais, incluindo o presidente geral da companhia, que entrou na primeira turma em 1991. Chance de carreira internacional também é um mérito do programa, já que cerca de 25% dos funcionários que atuam no exterior são ex-trainees.</p>
<p>Ao ser selecionado, o trainee já passa a integrar o time da empresa. O treinamento de 10 meses se divide em três fases: vivência nas unidades fabris e comerciais, treinamento corporativo estratégico sobre a empresa e treinamento dirigido para área que escolheu trabalhar.</p>
<p>Para estimular a capacitação e garantir o aprimoramento contínuo da Gente AmBev – como são chamados os colaboradores -, a Universidade Corporativa AmBev integra todos os programas de treinamento e aprendizagem da companhia. Há cursos via E-Learning, em salas de aula e também a TV Universidade AmBev, que conta com tecnologia de comunicação integrada.</p>
<p>A TV atinge funcionários e parceiros em todo o país e permite que o treinamento seja feito simultaneamente em qualquer local do país por meio de transmissões via satélite.</p>
<p>Resumindo: muito do sucesso da gigante global de bebidas – há anos sua taxa média de crescimento é de dois dígitos – pode ter como “culpados” uma cultura da meritocracia sem exceções (o lema lá é “tolerância zero”), a crença de que os funcionários têm de se sentir donos do negócio e recompensa por resultados atingidos.</p>
<p>Há outros ingredientes, como um programa de carreiras que realmente funciona – pessoas trabalham por longos anos galgando postos. </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/domstrategy.wordpress.com/281/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/domstrategy.wordpress.com/281/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/domstrategy.wordpress.com/281/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/domstrategy.wordpress.com/281/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/domstrategy.wordpress.com/281/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/domstrategy.wordpress.com/281/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/domstrategy.wordpress.com/281/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/domstrategy.wordpress.com/281/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/domstrategy.wordpress.com/281/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/domstrategy.wordpress.com/281/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/domstrategy.wordpress.com/281/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/domstrategy.wordpress.com/281/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/domstrategy.wordpress.com/281/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/domstrategy.wordpress.com/281/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=domstrategy.wordpress.com&amp;blog=10084840&amp;post=281&amp;subd=domstrategy&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Os 10 Mandamentos da Gestão de Intangíveis</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 13:57:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thedomnetwork</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[Reconheça que eles existem compreenda sua * compreenda sua natureza o são imateriais o geralmente estão associados a valor e não a resultados financeiros o têm função de gerar e/ou proteger valor o são habilitadores de competitividade de longo prazo &#8230; <a href="http://domstrategy.wordpress.com/2011/01/26/os-10-mandamentos-da-gestao-de-intangiveis/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=domstrategy.wordpress.com&amp;blog=10084840&amp;post=278&amp;subd=domstrategy&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reconheça que eles existem compreenda sua</p>
<p>* compreenda sua natureza</p>
<p>o   são imateriais</p>
<p>o   geralmente estão associados a valor e não a resultados financeiros</p>
<p>o   têm função de gerar e/ou proteger valor</p>
<p>o   são habilitadores de competitividade de longo prazo</p>
<p>o   só têm valor se percebidos pelo observador externo</p>
<p>o   fortalecem a reputação corporativa</p>
<p>* Reconheça sua relevância estratégica<br />
* Considere-os ativos de valor<br />
* Como tal, objetive mensurá-los</p>
<p><span id="more-278"></span></p>
<p>2. Identifique os intangíveis que detêm</p>
<p>* Compreenda as reais competências de sua empresa<br />
* Identifique os intangíveis que ela detém<br />
* Compare com os intangíveis exigidos pela dinâmica competitiva de seu setor<br />
* Contextualize-os em sua estratégia corporativa (objetivos, metas, orçamentos, etc)<br />
* Mapeie o impacto (trocas, relações e relacionamentos) dos intangíveis em cadastakeholder interno e externo</p>
<p>3. Conheça a realidade operacional</p>
<p>* Identifique os atuais donos e responsáveis formais ou informais<br />
* Evidencie as metas consensadas e as expectativas associadas<br />
* Compreenda como são mensurados atualmente<br />
* Mapeie os veículos de entrega desses ativos: canais, projetos, ações, iniciativas e processos<br />
* Identifique os clientes e fornecedores internos, bem como os usuários e interessados nesses ativos</p>
<p>4. Categorize-os nos Grupos de Capital de Valor</p>
<p>* Rankeie-os por relevância estratégica<br />
* Exclua os menos relevantes (menor impacto, esforço, orçamento, etc)<br />
* Clusterize-os por tipo de Capital de Valor: Institucional, de Relacionamentos, Organizacional e Intelectual<br />
* Organize-os por stakeholder e veículo de entrega</p>
<p>5. Construa dashboards gerenciais</p>
<p>* Defina objetivos estratégicos para cada ativo<br />
* Isole-os por stakeholder<br />
* Atribua metas para cada objetivo estratégico<br />
* Matricie os intangíveis por geração e/ou proteção de valor<br />
* Associe KPIs para a performancedos processos associados<br />
* Escolha métricas relevantes e viáveis<br />
* Construa um dashboard de performance<br />
* Link este dashboard à estratégia corporativa<br />
* Associe KPIs de valor para os grupos de KPIs de performance<br />
* Escolha métricas relevantes e viáveis<br />
* Construa um dashboard de valor</p>
<p>6. Qualifique-os para gerenciabilidade</p>
<p>* Formalize as fontes e bases de dados e informação (sistemas, pessoas, etc) para os KPIs<br />
* Oficialize sponsors<br />
* Oficialize gestores responsáveis<br />
* Determine o modelo de accountability<br />
* Antecipe os riscos<br />
* Considere o suporte de um change management</p>
<p>7. Desenvolva um modelo de gestão sistêmico</p>
<p>* Identifique os gaps operacionais, gerenciais e tecnológicos<br />
* Construa um plano de ação e contingência<br />
* Implemente PDCA<br />
* Crie rotinas para que se rodem os dashboards periodicamente<br />
* Construa outputs relevantes (relatórios, apresentações, demonstrativos, inputs para o BSC, etc)</p>
<p>8. Quantifique-os</p>
<p>* Atribua pesos e ponderações a cada ativo em cada Capital de Valor<br />
* Rode os dashboards de performance e valor<br />
* Aplique as Funções de Capitalcom essas ponderações<br />
* Compare a performanceoperacional<br />
* Analise a geração e/ou proteção de valor no período</p>
<p>9. Ajuste metas e orçamentos</p>
<p>* Analise os resultados<br />
* Ajuste as metas de cada intangível<br />
* Corrija orçamentos e alocação de recursos e esforços<br />
* Ajuste, retire ou agregue novos KPIs<br />
* Eventualmente ajuste as métricas<br />
* Prepare o novo ciclo<br />
* Premie a geração/proteção de valor relevante</p>
<p>10. Comunique-os e desenvolva o Balanço de Intangíveis</p>
<p>* Construa o Balanço de Intangíveis<br />
* Associe-o ao Balanço Corporativoe Social<br />
* Reforce com os stakeholders internos como esses ativos geram/protegem valor<br />
* Comunique aos stakeholders externos sua excelência em geração/proteção de valor em intangíveis (considere a relevância específica para cada stakeholder)<br />
* Desenvolva uma estratégia de alinhamento e formação de percepção positiva no mercado<br />
* Crie mensagens para imprensa (PR, Comunicação Corporativa, etc)<br />
* Integre-o com as práticas de governança corporativa<br />
* Crie mensagens e rotinas com os acionistas e investidores (RI, CFO, CEO, etc)</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/domstrategy.wordpress.com/278/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/domstrategy.wordpress.com/278/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/domstrategy.wordpress.com/278/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/domstrategy.wordpress.com/278/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/domstrategy.wordpress.com/278/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/domstrategy.wordpress.com/278/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/domstrategy.wordpress.com/278/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/domstrategy.wordpress.com/278/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/domstrategy.wordpress.com/278/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/domstrategy.wordpress.com/278/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/domstrategy.wordpress.com/278/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/domstrategy.wordpress.com/278/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/domstrategy.wordpress.com/278/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/domstrategy.wordpress.com/278/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=domstrategy.wordpress.com&amp;blog=10084840&amp;post=278&amp;subd=domstrategy&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Relacionamento Profissional e Relacionamento Pessoal: Existe Separação?</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 13:52:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thedomnetwork</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Relacionamento pessoal e relacionamento profissional têm suas diferenças, mas sua inter-relação é positiva, uma vez que permite a influência dos valores pessoais no exercício profissional, bem como a agregação dos aprendizados corporativas à vida pessoal. Afinal, o ser humano se &#8230; <a href="http://domstrategy.wordpress.com/2011/01/26/relacionamento-profissional-e-relacionamento-pessoal-existe-separacao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=domstrategy.wordpress.com&amp;blog=10084840&amp;post=276&amp;subd=domstrategy&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Relacionamento pessoal e relacionamento profissional têm suas  diferenças, mas sua inter-relação é positiva, uma vez que permite a  influência dos valores pessoais no exercício profissional, bem como a  agregação dos aprendizados corporativas à vida pessoal. Afinal, o ser  humano se define a partir das trocas de experiências que professa com o  próximo.</p>
<p>Por muito tempo ouvimos falar que as personas profissional e pessoal  dos indivíduos deveriam ser separadas conforme a chamada demanda social e  que misturar os dois mundos não seria a melhor conduta para o sucesso  no mercado de trabalho.</p>
<p><span id="more-276"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com isso, os profissionais deveriam aprender a seccionar seu  comportamento e atitudes em função do que deles é esperado  “socialmente”. Mas essa tese á válida no mundo aberto, instantâneo e  interconectado de hoje?</p>
<p>Ao olharmos para a história da evolução humana e para a origem do  pensamento racional, percebemos que, desde muito tempo, há uma nítida  busca/imposição por uma separação quase que arbitrária entre as  condições racionais e emocionais do ser humano. A bem da verdade, essas  dimensões têm sido configuradas como opostas, excludentes, concorrentes.  Isto se fez bastante aparente em diversas circunstâncias de movimentos  culturais, nas correntes filosóficas, nos modelos de comportamento  social, nas tendências de gestão, na instituição família e até mesmo na  relação ciência-religião. Uma coisa era água e outra coisa era fogo.</p>
<p>Com o passar dos tempos e a recorrente luta pela reavaliação e  renovação nos conceitos e idéias a que a humanidade tem se submetido,  passamos a contestar as chamadas verdades dogmáticas, fixadas no passado  como tradição intocável.</p>
<p>Isso tem sido verdade em diversas searas de nossa existência, dentre  as quais direito, religião, ciência, sociologia, psicologia,  comportamento, antropologia e filosofia.</p>
<p>Um novo modelo de pensamento tem se aprimorado a partir das  observações mais embasadas da condição humana e de seus relacionamentos.</p>
<p>O pensamento holístico introduziu em nossas vidas a convivência com  paradoxos, com a dualidade que, apesar de infalivelmente presente, não  nos era permitida vivenciar.</p>
<p>Como reflexo da introdução de paradoxos como elementos componentes de  nossas vidas diárias (e, portanto, de nossos modelos de  auto-entendimento, auto-aceitação, convivência, tomada de decisão, etc),  passamos a ter menor linearidade em nossas análises e raciocínios (por  conta das complexidades introduzidas), mas também passamos a considerar  mais ricamente as opções e realidades a que estamos submetidos (e que  criamos…).</p>
<p>Por exemplo, físicos e matemáticos conseguem conviver melhor com a  religião, psicólogos conseguem unificar o estudo do indivíduo de maneira  integral e, como estas, muitas outras questões passaram a ser  discutidas dentro de uma visão que une diversos mundos, antagonismos,  peças de um quebra-cabeças que até então pareciam separadas. Com isso,  oportunidades e riscos se abrem, novos prismas aparecem, versões brotam,  a pluralidade evidencia a diversidade, agora mais aceita.</p>
<p>E como fica o universo corporativo nesse novo cenário? Como reage a essas mudanças? O que aceita e o que rejeita?</p>
<p>Vemos, de forma crescente, as empresas se preocuparem com o bem estar  de seus funcionários, incentivando-os à evolução profissional contínua,  à educação continuada, ao auto-conhecimento e à maximização de seu  potencial produtivo (alinhando objetivos pessoais com profissionais,  valores corporativos com valores individuais, rotinas profissionais, com  modelos de home – office e maior tempo com a família).</p>
<p>Como reação, a forma não importa aqui, o que é interessante é o foco  que está se dando a todas estas questões dentro do ambiente corporativo  que permeia a vida das pessoas também fora do trabalho. De maneira  geral, executivos e colaboradores produtivos gasta, em média, 60% de seu  tempo dedicados a empresa.</p>
<p>Falar de relacionamento humano é algo complicado porque cada ser tem  uma visão e um entendimento da vida muito particular, além de cíclico e  mutável.</p>
<p>Portanto, esperar que, de forma natural, um funcionário enxergue as  coisas como seu superior e este como o acionista é simplesmente ignorar a  condição humana; é não entender de gente.</p>
<p>O que é correto é buscar encontrar colaboradores que estejam ao  máximo alinhados com os valores da empresa e, portanto, que estejam  dispostos a trabalhar por sua construção, por suas estratégias.</p>
<p>Aqui, não há certo ou errado, mas sim “combino e não combino”, “me faz sentido e não me faz sentido”.</p>
<p>A cultura corporativa, fruto da vivência retroalimentativa desses  valores por todos, sustentada pelos exemplos e mensagens da alta-gestão,  deve objetivar acolher todas as diversidades, mas, ao mesmo tempo, não  prostituir os valores corporativos e nem os valores pessoais de cada  indivíduo.</p>
<p>Todas as empresas têm seu código de valores que deve, portanto, servir de guia, de orientação a todos que trabalham para ela.</p>
<p>Não se defende aqui a aceitação da interferência desmedida da vida pessoal no ambiente de trabalho ou vice-versa.</p>
<p>Na verdade, não é uma questão de se aceitar, mas de se saber  conviver, porque é default. O correto é estimular um equilíbrio entre  essas duas vidas, entre os dois ambientes.</p>
<p>Dizer que o trabalho não interfere na vida pessoal e vice-versa é  robotizar o ser humano, o que é inconcebível. O sucesso vem da  maturidade com que se consegue lidar com essas situações e com a  eficiência em se “ser profissional” em cada demanda social, seja na  empresa, seja com a família, seja socialmente mesmo.</p>
<p>Vale ressaltar que o “ser profissional” aqui significa viver ao  máximo, com o máximo de isenção, o momento presente e tudo que este  implica. É, portanto, um ato de aproximação, de mitigação; nunca uma  anulação.</p>
<p>Assim, é óbvio que levamos para casa os problemas do trabalho e  trazemos para o trabalho os problemas de casa. Não há nada de errado com  isso desde que se consiga manter este equilíbrio, que é dinâmico.</p>
<p>Em suma, abordando a linha teórica que engloba o ser como um  indivíduo único e central, será mais um enorme desafio para as  corporações (e para os profissionais) criarem modelos para se  administrar essa questão.</p>
<p>Estimular um ambiente aberto às discussões dentro do próprio trabalho  é uma forma de conhecer melhor as pessoas e de se buscar discutir,  checar, contestar e validar esses valores, essas questões.</p>
<p>É verdade que para tudo existe um limite na vida.</p>
<p>Quando falamos de ambiente corporativo, uma série de condutas e  expectativas é criada para que todos convivam em “harmonia”, mas impor  que a personalidade diferenciada e alguns dos costumes de cada  colaborador sejam deixados do lado de fora da empresa é perder uma  excelente oportunidade de criar um ambiente corporativo favorável a  questionamentos, à interação genuína e, até mesmo, à geração de  diferenciais corporativos importantes, sob o risco de produzir, no médio  prazo, desestímulo e cinismo nos comportamentos, avaliações e atitudes  dos colaboradores entre si e para com a empresa.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/domstrategy.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/domstrategy.wordpress.com/276/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/domstrategy.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/domstrategy.wordpress.com/276/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/domstrategy.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/domstrategy.wordpress.com/276/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/domstrategy.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/domstrategy.wordpress.com/276/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/domstrategy.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/domstrategy.wordpress.com/276/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/domstrategy.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/domstrategy.wordpress.com/276/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/domstrategy.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/domstrategy.wordpress.com/276/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=domstrategy.wordpress.com&amp;blog=10084840&amp;post=276&amp;subd=domstrategy&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Os 10 Mandamentos da Liderança do Século XXI</title>
		<link>http://domstrategy.wordpress.com/2011/01/26/os-10-mandamentos-da-lideranca-do-seculo-xxi/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 13:48:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thedomnetwork</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[“Leadership is the art of getting someone else to do something you want done because he wants to do it.” (Dwight Eisenhower – Presidente dos EUA e Comandante Supremo das Forças Aliadas durante a 2ª Guerra Mundial,) 1.     Dedicação &#38; &#8230; <a href="http://domstrategy.wordpress.com/2011/01/26/os-10-mandamentos-da-lideranca-do-seculo-xxi/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=domstrategy.wordpress.com&amp;blog=10084840&amp;post=273&amp;subd=domstrategy&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Leadership is the art of getting someone else to </em><em>do</em><em> something you want </em><em>do</em><em>ne because he wants to </em><em>do</em><em> it.” </em>(Dwight Eisenhower – Presidente dos EUA e Comandante Supremo das Forças Aliadas durante a 2ª Guerra Mundial,)</p>
<p>1.     Dedicação &amp; Foco</p>
<ul>
<li>Bons líderes estão sempre fazendo algo que contribui para o alcance  dos objetivos organizacionais, ao mesmo tempo em que inspiram os demais a  fazer o mesmo.</li>
</ul>
<ul>
<li>Líderes ou lideram por exemplo ou não lideram. Pense na Marcha do Sal liderada por Gandhi em 1930.</li>
</ul>
<ul>
<li>Líderes são orientados a resultados, objetivos e metas e nunca tiram folga, mesmo estando de folga.</li>
</ul>
<ul>
<li>Líderes exigentes estabelecem metas superiores, porque sabe que seus liderados podem sempre entregar mais.</li>
</ul>
<ul>
<li>Líderes sonham de noite e trabalham duro de dia. Bons líderes têm  senso de propósito e finalidade. E senso de urgência quando demandado.<strong> </strong></li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<p>2.     Integridade e confiança</p>
<ul>
<li>A integridade do líder se relaciona à honestidade, credibilidade,  transparência, coerência, sólidos princípios morais e à percepção de  confiança inspirada nos demais.</li>
</ul>
<ul>
<li>Líderes adotam, abraçam, divulgam e praticam os Códigos de Conduta,  Códigos de Responsabilidades (Civil, Trabalhista, Ambiental, etc) e de  Governança Corporativa que defendem como obrigação de todos.</li>
</ul>
<ul>
<li>Líderes mantêm a palavra, respeitam contratos e acordos, seguem as  regras definidas por ele – ou precedentes a ele. Líderes não traem a si  próprios e aos outros.</li>
</ul>
<ul>
<li>Líderes fortes não aceitam traição ou motim. Por mais duras que  sejam as medidas a serem tomadas, sempre as tomam quando necessárias,  mesmo que pessoalmente não gostem disso. E o fazem com firmeza,  propósito, correção e transparência.</li>
<li>Pessoas querem ser lideradas por líderes íntegros, nos quais sejam capazes de confiar.</li>
</ul>
<p>3.     Visão</p>
<ul>
<li>As pessoas esperam que os líderes tenham um claro senso de direção e  uma preocupação para o futuro da organização e de seus membros. E isso  significa que o líder deve ter respostas a essas preocupações.</li>
</ul>
<ul>
<li>Por isso, o líder deve ter alta capacidade de compreender a situação  atual, suas forças e fraquezas, riscos e oportunidades e os gaps a  serem vencidos.</li>
</ul>
<ul>
<li>Líderes devem ser capazes de prever o futuro e antecipar as  oportunidades e desafios, ao mesmo tempo em que estão dispostos a  quebrar paradigmas para chegar lá.</li>
<li>Líderes são guardiões da Visão, Missão, dos Valores e das Marcas  Corporativas. Devem, portanto, representar a simbologia tangível da  cultura corporativa. E devem representá-la em um horizonte sustentável e  perene. Sua visão inspiradora deve vir associada, portanto, aos  caminhos e alternativas capazes de torná-la real.</li>
</ul>
<ul>
<li>Lição dos líderes: ninguém chega a algum lugar… se não sabe onde está.</li>
</ul>
<p><span id="more-273"></span></p>
<p>4.     Visão compartilhada</p>
<ul>
<li>Líderes não são os únicos com visão e opinião e tampouco são profetas com “revelações divinas”.</li>
<li>Os liderados devem poder participar do processo decisório, sem,  contudo, deixarem de compreender que a decisão final será sempre do  líder.</li>
</ul>
<ul>
<li>Os melhores líderes são aqueles capazes de compreender a importância  de promover e Inspirar uma Visão Compartilhada, que emane de si, mas  que pertença a todos.</li>
</ul>
<ul>
<li>Os líderes modernos são aqueles capazes de dar forma e sentido às  aspirações e desejos de seus liderados, promovendo sendo de unidade e de  unicidade.</li>
</ul>
<ul>
<li>Líderes que são líderes vencedores assumem a responsabilidade pelo  momento crítico, pela decisão importante, pelo voto final… e motivam seu  pessoal a darem a milha extra, se necessária.</li>
<li>Os líderes fortes não delegam representatividade ou responsabilidade que lhes pertença.</li>
</ul>
<ul>
<li>Para os líderes, vale a frase de Romário, antes da Copa de 1994 (em  que o Brasil foi campeão com um time contestado e ele, Romário, seu  principal jogador e artilheiro) “O sucesso é mérito de todos; o fracasso  é meu”.</li>
</ul>
<p>5. Criatividade</p>
<ul>
<li>Líderes valorizam a criatividade, habilidade que se traduz em pensar  diferente e desafiar preconceitos que se limitam às soluções  existentes. Líderes inteligentes encontram – e ajudam seus liderados a  encontrarem – a solução mágica escondida – ou somente melhor solução  possível existente.</li>
</ul>
<ul>
<li>Para os líderes, a criatividade os permite enxergar coisas onde os demais não enxergam.<br />
A pergunta mais importante que o líder deve fazer é: “E se…?”. E a segunda mais importante é “Por que não?“</li>
</ul>
<ul>
<li>Entretanto, o bom líder sabe que deve aceitar a diversidade para  encontrar a criatividade numa cesta maior de opções e alternativas.<br />
O líder moderno entende que deve dar aos colaboradores espaço e  flexibilidade para os “comos”, sem, contudo, abrir mão dos “o quês” -  e  isso inclui prazos, metas, acordos, contratos, etc.</li>
</ul>
<p>6.  Comunicação Clara e Intermitente</p>
<ul>
<li>Grandes líderes são hábeis em comunicar – em diversas mídias e  formatos – de forma clara e intermitente suas visões, objetivos,  intenções e expectativas. O uso de metáforas é um grande instrumento  para tal. Mas a presença física é insubstituível.</li>
<li>Líderes íntegros não passam mensagens, não dão recado, não estimulam  o disse que disse. Conversam face a face com seus liderados e assim  garantem 100% de correção na mensagem passada.</li>
<li>Além disso, possuem uma grande capacidade de ouvir e interpretar o  que os demais estão comunicando, tanto de forma consciente, como  inconsciente.</li>
</ul>
<ul>
<li>Grandes líderes também são capazes de ouvir opiniões contraditórias e  priva-se de realizar pré-julgamentos. Na verdade, líderes maduros  evitam se expor dando respostas apressadas, tergiversando sobre o que  não sabem. Líderes firmes preservam sua imagem e de seu cargo. Sabem  lidar com a diversidade, com o paradoxo, com o estranho. Gostam de  desafios. Crescem com eles…. com responsabilidade e ousadia na medida  certa.</li>
</ul>
<ul>
<li>A boa comunicação constrói o respeito e confiança mútuas e também  mantém a equipe provida de novas idéias que possam melhorar a visão.</li>
</ul>
<ul>
<li>Líderes que se comunicam estimulam a equipe a se comunicarem  intermitentemente entre si, porque sabem que é da troca que vêm as  soluções.</li>
</ul>
<ul>
<li>Grandes líderes sabem que, na ausência de informações claras, seus  comandados preencherão os gaps com informações “inventadas” ou  “inverídicas”, próprias ou dadas por terceiros. Grandes líderes matam  gaps nos seu nascedouro.</li>
</ul>
<p>7.  O Trabalho em Grupo e os Diferentes</p>
<ul>
<li>Líderes não podem fazer as coisas sozinhos. Nenhum líder em toda a  história realizou algo sozinho.Quando se trata de alcançar desempenho  superior, o líder compreende que a colaboração é fundamental.</li>
</ul>
<ul>
<li>Líderes delegam responsabilidades, missões e tarefas… mas também meios, recursos e autoridade.</li>
<li>Líderes justos cobram de forma justa as entregas de seus liderados.  Premiam e punem de acordo com o combinado e consensado. Líderes justos  consideram uma tarefa delegada somente após o consenso do liderado sobre  prazos, condições, dificuldades e expectativas.</li>
</ul>
<ul>
<li>Líderes do Século XXI privilegiam o trabalho em grupo, mas sabem  valorizar as estrelas solitárias. E combinam modelos capazes de tratar  diferentemente os diferentes.</li>
</ul>
<p>8. Humildade com Respeito</p>
<ul>
<li>Líderes corretos afastam de si o culto ao ego, ao carisma exacerbado e a imagem de super-homem.</li>
</ul>
<ul>
<li>Líderes inteligentes não acreditam em todos os elogios que recebem. E  sabem que quanto mais poder têm, mais “amigos” terão. Líderes  equilibrados entendem que isto é parte de sua condição e não se deixam  enganar ou ludibriar.</li>
</ul>
<ul>
<li>A profissão da liderança relaciona-se, essencialmente, a servir aos outros. E a respeitar os outros e se fazer respeitar.</li>
</ul>
<ul>
<li>Grandes Líderes levam sua profissão a sério; não a si mesmos.<strong> </strong></li>
</ul>
<p>9. Motivação, Proteção &amp; Promoção do Desempenho Superior</p>
<ul>
<li>Líderes devem ser capazes de proteger e promover aqueles membros da  equipe com desempenho superior e/ou que são capazes de encontrar as  melhores soluções. Estes são aqueles que mantêm a organização  prosperando.</li>
</ul>
<ul>
<li>Aqueles com desempenho inferior e que se preocupam somente com eles  mesmos devem ser confrontados. Um bom indicador disso são aqueles  membros com a mentalidade de “mas isso não é a minha função”.</li>
</ul>
<ul>
<li>Entretanto, líderes eficazes não suportam liderados que se comportem  de forma inversa aos valores cultuados no grupo e na organização. Esses  são limados imediatamente, independente de sua capacidade de entrega e  performance.</li>
</ul>
<ul>
<li>Líderes sensatos substituem a mentalidade das jornadas de trabalho  de 8 horas pela mentalidade de: “Grandes Objetivos a serem Alcançados”.</li>
</ul>
<ul>
<li>Líderes justos avaliam o progresso, realizam feedback e não hesitam em realizar ajustes quando necessário.</li>
</ul>
<p>10. Cuidar &amp; Se Importar Genuinamentes</p>
<ul>
<li>Líderes de alto desempenho são abertos, justos, solidários e se importam de forma verdadeira com sua equipe.</li>
</ul>
<ul>
<li>Líderes justos sabem reconhecer o mérito alheio e dar crédito a cada  um na medida do justo e do entregue. Igualmente, líderes justos punem,  independentemente de quem seja, àqueles que não entregam Valores  Corporativos e/ou resultados esperados.</li>
</ul>
<ul>
<li>Líderes são passionais pelo que fazem e se importam com o que estão  fazendo; mas são frios e profissionais em sua condução, planejamento,  gestão e correção de rotas. Líderes eficazes gostam de planejar e  planejam, mas gostam ainda mais de executar e seguir seu planejamento.</li>
</ul>
<ul>
<li>Se o Líder não ama o que faz, tampouco sua equipe amará. Igualmente,  se o líder não entrega o que se compromete – e não cobras as entregas  pactuadas com seus liderados -, tampouco sua equipe entregará.</li>
</ul>
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	</item>
		<item>
		<title>Colaborador 2.0 – A Redefinição do Modelo de Gestão de Recursos Humanos</title>
		<link>http://domstrategy.wordpress.com/2011/01/26/colaborador-2-0-%e2%80%93-a-redefinicao-do-modelo-de-gestao-de-recursos-humanos/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 13:38:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thedomnetwork</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualmente, tornou-se senso comum dizer que a evolução humana obtida nas últimas décadas dificilmente se compara com outros momentos históricos em termos da quantidade (e qualidade) do conhecimento e inovações desenvolvidas, sejam elas de cunho humano ou tecnológico. Realmente é &#8230; <a href="http://domstrategy.wordpress.com/2011/01/26/colaborador-2-0-%e2%80%93-a-redefinicao-do-modelo-de-gestao-de-recursos-humanos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=domstrategy.wordpress.com&amp;blog=10084840&amp;post=268&amp;subd=domstrategy&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente, tornou-se senso comum dizer que a evolução humana obtida  nas últimas décadas dificilmente se compara com outros momentos  históricos em termos da quantidade (e qualidade) do conhecimento e  inovações desenvolvidas, sejam elas de cunho humano ou tecnológico.  Realmente é um fato inconteste que, conforme aumenta o acesso à  informação e ao conhecimento, o ser humano, nos seus diversos chapéus e  papeis sociais, evolui na forma como se relaciona com o meio e com seus  semelhantes.</p>
<p>O que nem sempre está claro é para onde este novo ser humano evolui,  ou seja, quais as conseqüências e impactos que o contexto tem em sua  formação e evolução.</p>
<p><span id="more-268"></span></p>
<p>Quando olhamos o aspecto profissional – dada sua relevância, uma vez  que é das principais dimensões humanas – nos questionamos quem será esse  novo trabalhador/funcionário/colaborador (o que deseja o que lhe  motiva, como se relaciona com seu empregador, etc) e o que será exigido  dele para que possa ser bem sucedido e se realizar profissionalmente.</p>
<p>Com estas e outras interrogações em mente, elaboramos o White paper  “O Novo RH e o Colaborador 2.0 – A Redefinição do Modelo e da Gestão de  Recursos Humanos”, com o objetivo de analisar e entender como os novos  direcionamentos de mercado, pressões competitivas e tecnologias está  redefinindo o modelo de gestão de recursos humanos e o papel  desempenhado pelos colaboradores nas empresas modernas.</p>
<p>Consideramos tal compreensão essencial para qualquer corporação que  deseje se manter atrativa para a nova safra de talentos, bem como  rentabilizar o produto do cérebro e da produção de seus colaboradores, o  Capital Intelectual, transformando-o em ativo estratégico de valor e  diferencial competitivo relevante.</p>
<p>Em linhas gerais, pudemos identificar 3 grandes tendências em Recursos Humanos que analisamos em detalhe:</p>
<ol>
<li><strong>Colaboração:</strong> como      as novas tecnologias e  ferramentas na Internet (Web 2.0: blogs,      comunidades, wikis, etc)  estão alterando a forma como o trabalho e a      interação profissional  acontece? Como as equipes se beneficiam das redes      sociais e  colaborativas? Como este processo de aprendizado contínuo agrega       valor à produção dos indivíduos e times? Como este processo redefine os       modelos de trabalho e formatos de interação colaborador-empresa?</li>
</ol>
<ol>
<li><strong>Conhecimento:</strong> o      Conhecimento, maior ativo  estratégico das empresas, passa a ser personalizável      customizado e  organizado para a aplicação e obtenção de resultado. Como      obter  tais resultados? Como sistematizar a gestão deste conhecimento e       torná-lo útil e aplicável aos colaboradores? Como componentizar lições       aprendidas, metodologias, modelos, processos, conteúdo para       replicabilidade e aceleração de produção, ganhos de escala e aceleração  de      aprendizado?</li>
</ol>
<ol>
<li><strong>Auto-Gestão: </strong>a      autonomia e o empowerment  concedidos ao colaborador exigem novos deveres e      responsabilidades  individuais, mas também abrem portas para novas formas      de evolução e  desenvolvimento profissional.</li>
</ol>
<p>Qual o novo norte do colaborador? Como ele aprende e evolui? Como  gerenciar o colaborador EU S.A., este novo colaborador fruto da  reformatação dos modelos de emprego existentes? Como manter a empresa  atrativa para que estes colaboradores queiram continuar trabalhando,  produzindo, agregando valor e maximizando sua performance?</p>
<p>Uma vez que compreendemos estas 3 grandes vertentes de impacto,  pudemos identificar as mutações pelas quais a atividade de Recursos  Humanos deverá passar rumo a um novo modelo conceitual e de gestão.  Porém, antes se faz necessário entender do que se trata esse novo  contexto e suas variáveis de impacto.</p>
<p>Macro Contextualização</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Como principais variáveis de pano de fundo e premissas para este documento têm:</p>
<ol>
<li><strong>Globalização</strong>, não      apenas na acepção do termo  como acontecimento econômico, mas      principalmente cultural, onde a  comunicação e disseminação de informações      atingem níveis de  personalização próximos da individualização      (proximidade),  reduzindo o impacto e papel das grandes mídias e mensagens,</li>
</ol>
<ol>
<li><strong>Valor Intangível</strong>,      como centro da discussão dos  objetivos de corporações e indivíduos,      impulsionando a revisão  desde modelos contábeis até indicadores de retorno      de investimentos  (principalmente no momento atual de uma crise      impulsionada pela  sede de valores tangíveis em detrimento do intangível),</li>
</ol>
<ol>
<li><strong>Governança Corporativa</strong>,      trazendo maior  transparência nas práticas corporativas e na forma como a      empresa  gerencia e se relaciona com seus stakeholders, dentre eles seus       colaboradores diretos e indiretos,</li>
</ol>
<ol>
<li><strong>Sustentabilidade como      movimenta</strong> de ampliação da percepção de impacto e do papel das empresas      e indivíduos em seu entorno,</li>
</ol>
<ol>
<li><strong>Convergência</strong>, apontando      um cenário de  integração crescente entre devices (aparelhos, hardwares) e       softwares no acesso e disseminação de conteúdo (informação e  conhecimento)      em multiformatos, redefinindo os modelos e processos  de trabalho e      interação colaborador-empresa-equipes,</li>
</ol>
<ol>
<li><strong>Movimentos de      Consolidação de Mercados (Fusão e Aquisição), </strong>tendência  em 8 de 10      mercados que exige uma nova engenharia de Recursos  Humanos na concepção da      Visão e Valores para as novas empresas  resultantes e na gestão fluida de      Cultura Corporativa,</li>
</ol>
<ol>
<li><strong>Equipes Globais e      Transnacionais, </strong>como grande  desafio para a integração e sinergia entre      esforços e recursos  geograficamente dispersos e que trabalham sob ordens      de valores,  culturas e códigos diferentes,</li>
</ol>
<ol>
<li><strong>Trabalho Remoto e      Disponibilidade 24hs, </strong>também  como decorrência da existência das      equipes globais e  transnacionais, operando a distância do ambiente      corporativo  (valores e cultura), em locais diversos e tecnologias convergentes       (casa, aeroporto, etc),</li>
</ol>
<ol>
<li><strong>Funcionário 2.0,</strong> o      novo funcionário, que  utiliza as ferramentas e ambientes virtuais (Blogs,      Foruns, Wikis,  etc) para ganhar poder, gerar mídia, compartilhar opiniões      e  experiências, interagir com outros colaboradores, comparar situações e       aumentar sua influência,</li>
</ol>
<ol>
<li><strong>Geração Y,</strong> a nova      força de trabalho com novas  tendências comportamentais e culturais que não      atendem aos modelos  de trabalho, remuneração e incentivo dominantes nas      empresas hoje  em dia,</li>
</ol>
<ol>
<li><strong>Empowerment EU S.A., </strong>conformeos       colaboradoresganham poder decisório e autonomia, como garantir sua       produtividade, grau de alinhamento com a visão da empresa e ainda  reduzir      os riscos do processo decisório?,</li>
</ol>
<ol>
<li><strong>Change Management,</strong> como processo que permeia as  empresas para a implementação de novas      metodologias, modelos,  tecnologias e ferramentas, que exigem mudança de      mindset e hábitos  corporativos.</li>
</ol>
<p>Dentre as muitas variáveis de impacto, destacamos estas 12 variáveis  como as principais em relação a sua influência na redefinição do papel,  da atividade (prerrogativa corporativa) e dos processos de Recursos  Humanos.</p>
<p>Nas próximas 3 seções, detalhamos como as 3 tendências centrais  (Colaboração, Conhecimento e Auto-Gestão) são influenciadas.  Compreendê-las e adaptar o modelo de RH sob a visão de seu impacto é  crucial para a aderência às novas demandas competitivas.</p>
<p>Colaboração: O Impacto do Universo 2.0 no Trabalho</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Mais que uma revolução, a Internet é uma onda contínua de revoluções.</p>
<p>Atualmente vivemos a onda 2.0, a onda colaborativa que alterou  profundamente a forma como os colaboradores interagem entre si e com as  empresas.</p>
<p>O novo colaborador, o Colaborador 2.0 tem características próprias  que o distingue de seu predecessor. Quem é este colaborador 2.0 em suas  próprias definições?</p>
<ul>
<li>Sou aberto à experimentação      e potencialmente infiel às empresas;</li>
<li>Uso redes de      relacionamento para procurar novas oportunidades e ficar atento às opções      de evolução de minha carreira;</li>
<li>Engajo-me em comunidades      para trocar informações sobre práticas  e políticas corporativas, assim      como conhecimento temático e sobre  práticas relevantes para minhas      atribuições;</li>
<li>Busco aprender e evoluir a      partir da aquisição de informações,  experiências e conhecimento existentes      e disponíveis, buscando  acelerar ao máximo a produção e entrega de minhas       responsabilidades;</li>
<li>Prefiro trabalhar com      projetos definidos e estimulantes do que em processos repetitivos e de      baixo valor agregado;</li>
<li>Gosto de usar a Web para      me comparar aos meus pares dentro da empresa e com outras empresas;</li>
<li>Analiso elementos e características      da minha empresa, trabalho e  projetos que participo, dividindo com meus      pares e liderados os  desafios que se apresentam;</li>
<li>Gero mídia e conteúdo,      ampliando meu poder de atuação e influência na empresa;</li>
<li>Utilizo as tecnologias      existentes e convergentes para maximizar  minha produção e processos de      comunicação com as outras pessoas na  empresa;</li>
<li>Não ligo para comunicação      dirigida “chapa-branca” da empresa  (canais tradicionais de comunicação      unilateral da empresa).</li>
</ul>
<p>Tais características demonstram um perfil de colaborador  absolutamente novo, que a maioria das empresas ainda não está  acostumada, ou mesmo habilitada a identificar, qualificar e lidar.</p>
<p>O grande complicador é que este colaborador 2.0 tem múltiplos chapéus  sendo também o cidadão 2.0, acionista 2.0 e o colaborador 2.0 – além de  seus muitos outros chapéus. E uma vez que o componente 2.0 entra no  mundo profissional, a forma de trabalhar não é mais a mesma, pois o  colaborador 2.0:</p>
<ul>
<li>Utiliza profissionalmente      as diversas ferramentas digitais (e-mail, MSN, Skype, etc);</li>
<li>Realizam projetos e troca      informações em blogs, fóruns, wikis e comunidades;</li>
<li>Interagem de forma remota      com seus pares, líderes e liderados, a partir de qualquer local (casa,      aeroporto, etc);</li>
<li>Divulga informações      (positivas e negativas) sobre a empresa,  sua cultura e princípios, seu      trabalho e as pessoas que trabalham  na empresa, sejam em blogs, redes      sociais, seja em comunidades da  Web;</li>
<li>Participa de comunidades      temáticas e profissionais na Web.</li>
</ul>
<p>A empresa deve se relacionar com este novo profissional através de  novos canais e disponibilizar os ambientes e ferramentas que incentivem  sua produtividade.</p>
<p>Antes a relação empresa/público interno era pautada no uso tradicional de canais off-line ou online unidirecionais.</p>
<p>A partir da adoção de ferramentas de informação, relacionamento e  colaboração online a empresa sofre uma revolução sem precedentes,  deixando de ser um relacionamento tradicional (off-line), estático  (online 1.0) e unilateral para um relacionamento online 2.0  colaborativo, multi-atores, em rede, como mostra a figura abaixo.</p>
<p><a href="http://thedomnetwork.files.wordpress.com/2011/01/img_01.jpg"><img class="aligncenter" title="img_01" src="http://thedomnetwork.files.wordpress.com/2011/01/img_01.jpg?w=460&#038;h=211&#038;h=211" alt="" width="460" height="211" /></a></p>
<div>
<p>Dessa forma, temos a evolução significativa da interação e do  processo de comunicação em relação à suas características e benefícios  centrais:</p>
<div>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="288" valign="top"><strong>ANTES</strong></td>
<td width="288" valign="top"><strong>DEPOIS</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="288" valign="top">UnilateralMassificadoDistante</p>
<p>Impessoal</p>
<p>Não Interativo</p>
<p>Não Colaborativo</p>
<p>Não Experiencial</p>
<p>Passivo</p>
<p>Informação</td>
<td width="288" valign="top">MultilateralPersonalizadoPróximo</p>
<p>Pessoal</p>
<p>Interativo</p>
<p>Colaborativo</p>
<p>Experiencial</p>
<p>Ativo</p>
<p>Conhecimento</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p><strong><br />
</strong></p>
<div>
<p>O Capital Humano e a Geração do Capital Intelectual</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O Capital Intelectual é o resultado da produção do Capital Humano, do  cérebro humano, da multiplicação/agregação do conhecimento de todos na  empresa.</p>
<p>Na atual conjuntura, é o elemento diferencial que lhe proporciona  maior vantagem competitiva. Nesta nova dinâmica dos mercados, sob a  influência e importância do valor intangível, o investimento no Capital  Humano deve necessariamente ser traduzido em resultados de Capital  Intelectual, ou seja, valor para a empresa e para o indivíduo.</p>
<p>Essa concepção implica não só em uma revisão na forma como a  performance e os resultados de cada colaborador são avaliados, como  também na maneira como a organização se estrutura em redes, hierarquias e  estruturas e esta nova arquitetura potencializa a qualidade de gestão  de RH na organização, desde a concepção estratégica, até a implementação  e monitoramento das ações e projetos.</p>
<p>Uma empresa pode ser considerada como uma polarizadora de diversas  redes e sub-redes, um vetor multidirecional de relacionamento muitos  para 1 para muitos (NX1XN).</p>
<p>Nessa visão de arquitetura de redes auto-concebidas, incentivadas e  integradas, quanto maior for à capilaridade, produtividade e alinhamento  de utilidade dessas redes às demandas e culturas corporativas – interna  e principalmente externa – mais conhecimento poderá ser extraído a  partir das diversas conexões (nódulos de conhecimento), localizados em  ambientes colaborativos, gerados a partir da participação de múltiplos  usuários com pontos de vista e backgrounds distintos.</p>
<p>Porém, a forma de potencializar e explorar o conhecimento gerado  pelas redes e comunidades depende da expertise e capacidade de cada  colaborador individualmente na forma como gerencia as Trocas, Relações e  Relacionamentos com os demais participantes dessas redes e com a  empresa em si.</p>
<p><a href="http://thedomnetwork.files.wordpress.com/2011/01/img_02.jpg"><img class="aligncenter" title="img_02" src="http://thedomnetwork.files.wordpress.com/2011/01/img_02.jpg?w=460&#038;h=235&#038;h=235" alt="" width="460" height="235" /></a></p>
</div>
<div>
<p>Dentre os principais benefícios que as corporações e colaboradores  podem obter por meio do uso de redes e ambientes colaborativos podemos  destacar:</p>
<ol>
<li>Acesso a públicos      heterogêneos com múltiplos pontos de vista sobre determinado tema de      interesse,</li>
<li>Troca de experiências,      melhores práticas e benchmarks de/para determinada finalidade,</li>
<li>Disponibilidade de informações      primárias e tácitas,</li>
<li>Participação em redes e      comunidades de práticas,</li>
<li>Trabalho colaborativo em      equipes muldisciplinares,</li>
<li>Auto-aprendizado,</li>
<li>Transbordamento dos job      discriptions e expansão dos campos de especialização,</li>
<li>Gestão centrada em      projetos,</li>
<li>Multi-funcionalidades X      multi-papéis simultaneamente, em  diferentes projetos e atribuições (líder,      liderado, recurso,  gestor, etc),</li>
<li>Remuneração variável      (modelos e finalidades).</li>
</ol>
<p>Auto-Gestão: Autonomia e Empowerment ao Colaborador EU S.A.</p>
<p>Com a tendência crescente da colaboração remota e da projetização do  trabalho, a empresa cada vez mais deixa de ser responsável pelo  bem-estar do colaborador, na visão matriarcal do termo, e passa a ter a  função de disseminar de conhecimento e ferramentas de auto-gestão  essenciais para que ele tenha a autonomia e empowerment necessário para  atuar neste novo ambiente colaborativo em redes. Dentre as principais  habilidades, o colaborador deverá:</p>
<ol>
<li>Aprender os métodos de      trabalho e produção através dos ambientes e ferramentas colaborativas,</li>
<li>Gerenciar seu volume de      trabalho e produtividade (métricas de  produtividade: esforço + resultado)      X demandas de entregas, prazos e  qualidade,</li>
<li>Obter sinergia e      integração com os demais colaboradores,  respeitando fusos- horários,      culturas locais e momentos produtivos  individuais (capacidade de passar o      bastão e terminar a maratona).,</li>
<li>Formalizar e disseminar o      conhecimento gerado por seu trabalho,  maximizando o aprendizado dos demais      e componentizando este  conhecimento para apropriação corporativa como      acelerador produtivo  para novas empreitadas e projetos,</li>
<li>Cumprir metas e prazos      estabelecidos de acordo com os padrões  corporativos, operando com      liberdade dentro dos valores e cultura  corporativa conhecidos,</li>
<li>Planejar seu caminho de      desenvolvimento profissional,  co-construindo seu plano de carreira e      capacitação profissional com  o RH da empresa que trabalha (ou seja,      empresa momentaneamente seu  talento),</li>
<li>Gerenciar seu tempo e      definir o modelo de conciliação de sua vida pessoal e profissional      (disruptura modelo 08-18h)</li>
<li>Preservar e fomentar os      Valores e Cultura Corporativa,  tornando-se líder (formal ou informal)      perante os demais e o  mercado.</li>
</ol>
<p>Nesse contexto, o novo papel do colaborador passa não só por adquirir  e desenvolver estas novas habilidades, mas sim de saber utilizá-las  corretamente de acordo com o contexto ao qual está inserido,  principalmente ao passo em que a desestruturação das hierarquias formais  de poder, decisão e comando e a horizontalização das arquiteturas  corporativas se tornam realidade. Assim, é imperativo a este novo  colaborador:</p>
<ol>
<li>Compreender claramente seu      próprio perfil e de sua equipe (líderes, pares, liderados, etc), que      poderá variar em:</li>
</ol>
<p>a)      <strong>Perfis Individuais: Coach, Líder, Liderado, Centralizador, Diplomata, etc</strong></p>
<ol>
<li>Ter a capacidade de interpretar      corretamente os diversos  contextos situacionais e assumir seu papel ideal      ou alocar seus  recursos corretamente, que poderão ser:</li>
</ol>
<p>a)      <strong>Lideranças Situacionais: Par, Chefe, Subordinado, Opositor, Apoiador, etc</strong></p>
<ol>
<li>Faz parte do novo pool de      skills necessários para se atuar de forma excelente nos novos contextos      corporativos.</li>
</ol>
<p>A Nova Gestão de Recursos Humanos</p>
<p>Uma vez compreendidas as 3 principais tendências de Recursos Humanos –  Colaboração, Conhecimento e Auto-Gestão – e seus impactos na atividade e  no modelo de gestão de Recursos Humanos, podemos identificar que a área  atualmente é responsável por múltiplas atividades de naturezas e  dinâmicas distintas, que exigem esforços específicos. Desta forma, um  novo modelo de gestão se faz necessário, onde as atividades de  característica processual, recorrente e de baixo valor agregado seriam  agregadas em uma arquitetura funcional de Shared Services, enquanto as  atividades de desenvolvimento do Capital Intelectual – para a geração de  ativos intangíveis e ganhos de competitividade – teriam uma arquitetura  específica, como mostra o desenho abaixo:</p>
<p><a href="http://thedomnetwork.files.wordpress.com/2011/01/img_03.jpg"><img title="img_03" src="http://thedomnetwork.files.wordpress.com/2011/01/img_03.jpg?w=460&#038;h=221&#038;h=221" alt="" width="460" height="221" /></a></p>
</div>
<p>A partir de tal reordenação de naturezas e relevâncias de atuação e  gestão, as corporações e seus colaboradores poderão esperar os seguintes  benefícios:</p>
<ol>
<li>Eficiência e resultados      nos processos de captação,  aculturamento, treinamento, incentivo, promoção      e retenção de  Recursos Humanos,</li>
<li>Potencialização de      movimentos de Change Management (viralização),</li>
<li>Homogeneização da cultura      e dos valores corporativos,</li>
<li>Gestão do Conhecimento      como acelerador de aprendizado,</li>
<li>Aumento da satisfação dos      funcionários,</li>
<li>Maior interação,      engajamento e sinergia,</li>
<li>Redução do turn-over,</li>
<li>Alinhamento corporativo em      termos de visões, valores, princípios e cultura corporativa.</li>
</ol>
<p>Os desafios se fazem presentes e a revisão dos conceitos, práticas,  estruturas e prerrogativas do Novo RH, para este novo Colaborador 2.0,  se tornam imperativas e decisivas na Empresa do Séc. XXI.</p>
<p>É certo e consensado que o mercado mudou substancialmente e, com ele,  os modelos de trabalho e as demandas estabelecidas aos colaboradores.</p>
<p>Uma nova Estratégia de RH, que considere variáveis como Novos Modelos  de Trabalho, Alinhamento de Valores Empresa-Colaborador, Transparência e  Comunicação Eficaz, Mensuração de Performance, Associação de Ganhos  Empresa-Colaborador, Multiplicidade de Papéis, Maximização do Uso do  Conhecimento, Desenvolvimento de Redes Colaborativas e Apropriação  Corporativa do Valor do Capital Intelectual como Ativo de Valor não são  mais idéias ou tendências a serem avaliadas. Ao contrário, esses itens  devem, cada qual a seu modelo, profundidade e formato, de acordo com a  cultura, mercado e estratégia de cada empresa, ser tratado como vetor  fundamental para a competitividade da empresa e sua evolução como  organização social e produtiva.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/domstrategy.wordpress.com/268/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/domstrategy.wordpress.com/268/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/domstrategy.wordpress.com/268/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/domstrategy.wordpress.com/268/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/domstrategy.wordpress.com/268/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/domstrategy.wordpress.com/268/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/domstrategy.wordpress.com/268/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/domstrategy.wordpress.com/268/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/domstrategy.wordpress.com/268/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/domstrategy.wordpress.com/268/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/domstrategy.wordpress.com/268/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/domstrategy.wordpress.com/268/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/domstrategy.wordpress.com/268/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/domstrategy.wordpress.com/268/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=domstrategy.wordpress.com&amp;blog=10084840&amp;post=268&amp;subd=domstrategy&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>BSC 15 Anos depois: Pontos Positivos e Negativos</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 13:35:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thedomnetwork</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[Dentre as metodologias de gestão mais utilizadas e largamente aceitas no mercado, podemos destacar o Balanced Score Card (BSC), que visa traduzir a missão e estratégia de empresas num conjunto abrangente de medidas de desempenho que servem de base para &#8230; <a href="http://domstrategy.wordpress.com/2011/01/26/bsc-15-anos-depois-pontos-positivos-e-negativos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=domstrategy.wordpress.com&amp;blog=10084840&amp;post=266&amp;subd=domstrategy&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dentre as metodologias de gestão mais utilizadas e largamente aceitas no mercado, podemos destacar o Balanced Score Card (BSC), que visa traduzir a missão e estratégia de empresas num conjunto abrangente de medidas de desempenho que servem de base para um sistema de medição de gestão estratégica.</p>
<p>O Balanced Score Card procura equilibrar os objetivos de curto e longo prazos, medidas financeiras e não financeiras, entre indicadores de tendências (leading indicators) e posição (lagging indicators), assim como perspectivas internas e externas de desempenho.</p>
<p>Outro conceito de medida utilizado pelo BSC é o vetor (driver) que se refere aos fatores que impulsionam o desempenho dos indicadores.</p>
<p>Exemplo: tempo, qualidade e preço. Um tempo adequado de resposta aos pedidos de clientes afeta tanto o indicador de retenção de clientes (lagging indicator) quanto o indicador da pesquisa de satisfação de clientes (leading indicator).</p>
<p><span id="more-266"></span></p>
<p>Suas perspectivas são (originalmente propostas):</p>
<p>    * Financeira<br />
    * Clientes e Mercado<br />
    * Processos Internos<br />
    * Aprendizado</p>
<p>Dentre seus benefícios principais, podemos destacar:</p>
<p>    * Integração de medidas financeiras e não-financeiras,<br />
    * Comunicação e feedback da estratégia,<br />
    * Vínculo da estratégia com planejamento e orçamento,<br />
    * Garantia de foco e alinhamento organizacional<br />
    * Monitoramento do progresso na construção de capacidades, que pode endereçar uma análise de ativos intangíveis necessários para o crescimento futuro (o BSC não entrega esse ponto, mas pode compor o framework ideal).</p>
<p>Uma correta implementação do BSC não garante o sucesso de uma empresa; porém, uma vez que a estratégia esteja correta, a ferramenta ajuda de forma racional na sua gestão de implementação (identificando falhas, alinhando investimentos, mensurando resultados etc), principalmente se associado a uma cultura do tipo PDCA.</p>
<p>Consideramos o BSC uma poderosa ferramenta de gestão, porém complementar à qualidade da formulação e da gestão da estratégia corporativa – o BSC atua na organização de forma tática e operacional no deploy da estratégia, muitas vezes coexistindo com outras metodologias que suprem aspectos específicos de empresas (como a Metodologia IAM para Gestão de Intangíveis).</p>
<p>Via de regra, a aplicação da metodologia ocorre durante o processo de formulação da estratégia e implementação da mesma, após análises e definições como Misão, Visão e Valores e demais análises competitivas e mercadológicas para embasamento do direcionamento a ser dado.</p>
<p>Dentre os aspectos “negativos”, podemos destacar que a estratégia de uma empresa deve ser um exercício contínuo de monitoramente interno e externo, enquanto que o BSC tem seu foco preponderante na gestão interna – e nos resultados tangíveis de curto prazo.</p>
<p>Ainda, o consenso acerca de seus conceitos é de difícil massificação na organização, bem como a extração de dados e modelagens para seu “recheio”.</p>
<p>A implementação do modelo no dia a dia (e a adesão das pessoas), como também sua transformação em sistemas tecnológicos de gestão, têm se provado custosas e difíceis de democratizar. Ademais, nem sempre é possível correlacionar de forma clara e objetiva as ações, indicadores e metas (principalmente quando áreas e/ou departamentos possuem responsabilidades compartilhadas).</p>
<p>Acreditamos que a lógica e coerência do modelo BSC devem ser aproveitadas pelos gestores das empresas; porém, um exercício de adequação e fit com a realidade e particularidades da empresa – e de seus mercados – são pontos críticos, podendo, em muitos casos, serem acrescentadas novas dimensões e perspectivas.</p>
<p>Em resumo, o BSC tem se mostrado uma poderosa metodologia, mas, em muitos casos, não pode ser considerado como a única alternativa para a correta gestão do plano estratégico das empresas.</p>
<p>O BSC deve ser compreendido como meio, uma forma estruturada de se gerenciar, organizar e alinhar objetivos estratégicos com metas e ações táticas e operacionais; portanto, deve ser visto e considerado sob a ótica particular de cada empresa, analisando-se e ponderando a sua aplicabilidade.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/domstrategy.wordpress.com/266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/domstrategy.wordpress.com/266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/domstrategy.wordpress.com/266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/domstrategy.wordpress.com/266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/domstrategy.wordpress.com/266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/domstrategy.wordpress.com/266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/domstrategy.wordpress.com/266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/domstrategy.wordpress.com/266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/domstrategy.wordpress.com/266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/domstrategy.wordpress.com/266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/domstrategy.wordpress.com/266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/domstrategy.wordpress.com/266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/domstrategy.wordpress.com/266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/domstrategy.wordpress.com/266/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=domstrategy.wordpress.com&amp;blog=10084840&amp;post=266&amp;subd=domstrategy&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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